dinheiro

7/4/2020

19h

Os mais

ricos do Brasil

O número de brasileiros com mais de US$ 1 bilhão aumentou de 42 em 2018 para 58 em 2019, de acordo com o ranking mundial da revista Forbes, indo na contramão do planeta que diminuiu de 2.208 bilionários contra 2.153 neste ano. Em comum a todos eles apenas o fato de dedicarem muito mais tempo ao trabalho que a maioria de nós.

Enquanto não entramos para esse seleto clube, vamos conhecer um pouco mais sobre seus membros na sequência a seguir.

E começaremos com os mais pobres. Álbum de fotos e mais texto abaixo.

Lia Maria Aguiar Góis – US$ 1,4 bilhões

Lia Maria Aguiar Góis é uma das acionistas do Banco Bradesco e da holding Bradespar. É conhecida pelo carisma e pela generosidade, já que em 2015 colocou em testamento que, quando morrer, seu patrimônio pessoal deve ser destinado à caridade. Filha de Amador Aguiar, fundador do Bradesco, Lia Maria Aguiar Góis tem mais duas irmãs: Lina Maria Aguiar e Maria Angela Aguiar Bellizia. As três foram adotadas por Amador. A instituição que receberá o montante é a Fundação Lia Maria Aguiar, criada em 2008, com sede em Campos do Jordão, interior de São Paulo..

Luiza Helena Trajano – US$ 1,6 bilhões

Segundo a revista Forbes, Luiza Helena Trajano é uma das mulheres mais poderosas do Brasil. O título se deve à atuação da empresária à frente da holding Magazine Luiza, uma das maiores redes de varejo do Brasil. Sob a gestão de Luiza Helena Trajano estão cerca de 800 lojas do Magazine Luiza, distribuídas em 16 estados do Brasil, o e-commerce e um quadro com mais ou menos 23 mil funcionários. Coube a Luiza transformar a empresa familiar na gigante do varejo.

Ricardo Villela Marino – US$ 1,7 bilhões

Ricardo Villela Marino é CEO da Operação do Itaú na América Latina e membro do Conselho da holding Itaúsa, que comporta o banco. O Itaú é a maior instituição financeira privada do Brasil, com valor de mercado acima de R$ 300 bilhões. Ricardo Villela ainda é acionista do grupo. Também é presidente do Instituto PDR, organização fundada em 2014 e que tem como objetivo investir e preparar novos empreendedores com viés voltado para transformação social. Formado em engenharia e administração de empresas, o executivo tem a maior parte de sua carreira voltada para instituições financeiras.

Carlos Sanchez – US$ 1,8 bilhões

Carlos Sanchez é dono e presidente do Grupo NC. O Conglomerado tem como sua área de atuação principal o setor farmacêutico e é o empreendimento brasileiro de maior sucesso no ramo, estando na terceira posição no ranking de maiores corporações farmacêuticas da América Latina. A holding é fruto de um investimento de longo prazo, que se iniciou graças ao seu pai, Emiliano Sanchez, como uma pequena farmácia fundada na cidade de Santo André, região do ABC paulista.

Alexandre Grendene Bartelle – US$ 1,8 bilhões

Alexandre Grendene Bartelle é cofundador e presidente da empresa de calçados Grendene, mas tem investimentos em outros setores como no setor moveleiro, com as marcas Unicasa, Dell Anno e TOG; setor siderúrgico, com a Sitrel; e hoteleiro, com a Conrad. Todo o império de Alexandre Grendene Bertelle começou com a inauguração de uma fábrica fundada na cidade de Farroupilha, interior do estado do Rio Grande do Sul, empreendimento que teve a participação de seu irmão gêmeo, Pedro Grendene Bertelle, para iniciar em 1971.

Júlio Bozano – US$ 1,8 bilhões

Júlio Rafael de Aragão Bozano foi o fundador, ao lado do ex-ministro da fazenda Mário Henrique Simonsen, do banco Bozano, Simonsen. Atualmente, seus investimentos são destinados à plantação de café, shopping centers e participação em uma fábrica de motores a jato. O Bozano, Simonsen de Júlio Bozano surgiu em 1961, no Rio de Janeiro. As atividades da instituição foram encerradas em 2000, quando o banco foi incorporado ao banco Santander, mas quando se tornou uma holding, o Bozano, Simonsen chegou a ter sob seu guarda-chuva mais de 40 companhias, com faturamento bilionário.

Maria Helena Moraes Scripilliti – US$ 1,9 bilhões

Maria Helena Moraes é coproprietária da multinacional brasileira Votorantim S.A. Empresa com atuação em mais de 20 países e com capital fechado na Bolsa de Valores. Maria Helena é filha de José Emírio de Moraes, fundador da empresa, e viúva de Clóvis Scripilliti, com quem fez parceria na expansão da organização pela região Nordeste do país. Pelo fato da Votorantim ser um conglomerado de capital fechado, Maria Helena e seu irmão, Ermirio Pereira de Moraes, hoje, são os responsáveis da segunda geração dos Moraes no controle da empresa.

Dulce Pugliese de Godoy Bueno – US$ 1,9 bilhões

Dulce Pugliese é cofundadora da operadora de saúde Amil, empresa que formou em parceria com seu ex-marido, Edson Bueno, na década de 70. Em 2012 venderam 90% do capital da Amil para o grupo americano United Health, por 4,9 bilhões de dólares, investindo parte da margem líquida positiva obtida pela venda na aquisição da maior empresa nacional de medicina diagnóstica, a Dasa. Após o término do casamento de 17 anos, Dulce e Edson Bueno continuaram parceiros nos negócios. Sociedade que durou 47 anos, até a morte de Edson em 2017.

Nevaldo Rocha – US$ 2 bilhões

Nevaldo Rocha de Oliveira é tido como um dos melhores exemplos de empreendedorismo do Brasil. Fundador e dono da Riachuelo, gigante cadeia de lojas especializada em vestuário, ele nasceu em Caraúbas, no interior do Rio Grande do Norte. Viúvo e pai de três filhos, a história de Nevaldo Rocha de Oliveira é bem diferente da maior parte dos bilionários brasileiros. De família humilde, morador de uma cidade castigada pela seca no sertão e com pouca oportunidade de estudar, hoje, o Grupo Guararapes tem sob seu guarda-chuva a Riachuelo, transportadora própria, cartões de crédito, entre outros.

João Alves de Queiroz Filho – US$ 2 bilhões

João Alves de Queiroz Filho, que também é chamado de Júnior, é o maior acionista do Grupo Hypera Pharma. O conglomerado gerencia várias marcas comuns ao dia a dia do brasileiro, como os adoçantes Zero-Cal, Finn e Adocyl; os medicamentos Apracur, Atroveran, Maracugina e Merthiolate (que agora não arde mais) e os dermocosméticos da marca Episol. O império controlado por João Alves de Queiroz Filho começou a ser erguido por seu pai, em 1969, com a distribuidora Sal Cometa.

Antônio Luiz Seabra – US$ 2 bilhões

Antônio Luiz Seabra é o fundador da empresa Natura, empreendimento que atua na área de cosméticos e que é pioneiro em

relação a diversas frentes, em especial as ligadas ao meio ambiente, política que está nos valores da empresa desde seu início. Antônio Luiz procurou voltar sua empresa para um modelo de vendas diretas. Prática inspirada na que é executada pela multinacional Avon. Uma ação que deu retorno, visto que a Natura está entre os 20 negócios do ramo de cosméticos de mais sucesso, na 17ª posição, segundo lista do site Brand Finance.

Jorge Moll Filho – US$ 2,1 bilhões

Jorge Moll Filho é o médico e empresário responsável pela presidência do Conselho de Administração da maior rede de hospitais privados do país, a Rede D’Or, um empreendimento avaliado em mais de 20 bilhões de reais e com uma rede com mais de 30 hospitais espalhados pelo Brasil. Com os valores da empresa definidos desde sua criação, na década de 90, o grupo de Jorge Moll Filho soube suprir a carência de hospitais particulares de excelência existente na cidade do Rio de Janeiro.

Aloysio de Andrade Faria – US$ 2,1 bilhões

Aloysio de Andrade Faria é fundador e dono do Grupo Alfa, conglomerado que atua nos segmentos financeiro, agronegócios, alimentos, materiais de construção, comunicação e cultura. No geral suas empresas frequentam o mercado primário da bolsa de valores. Aloysio também é conhecido por ser o fundador do Banco Real, instituição financeira que foi conhecida como uma das maiores do Brasil. Entre os bens, as fazendas de Aloysio de Andrade Faria periodicamente ganham notas na mídia pelos seus cavalos pura raça. Também ganhou notoriedade por ser o bilionário mais velho do Brasil, com quase um século de vida.

Alceu Elias Feldmann – US$ 2,2 bilhões

Alceu Elias Feldmann é o presidente e fundador da Fertipar, uma das principais empresas de fertilizantes do Brasil e do mundo, que surgiu em 1980. Nascido em Santa Catarina, Alceu Elias Feldmann começou a trajetória no ramo de fertilizantes, muito usados na zona rural, como vendedor. Atualmente, o Grupo Fertipar é uma holding composta por 12 empresas, distribuídas em diversas cidades brasileiras. A Fertipar tem se destacado nos últimos anos por crescer, mesmo diante das adversidades do agronegócio brasileiro.

Luís Frias – US$ 2,2 bilhões

Luiz Frias é presidente do Conselho de Administração do Universo Online-Uol, braço do Grupo Folha, o qual também preside. Luiz entrou no time dos bilionários no início de 2018 pelo rendimento que a PagSeguro teve ao abrir suas ações na bolsa de valores. Presidida por Luiz, a empresa de pagamentos brasileira PagSeguro Digital Ltda. arrecadou mais de 2 bilhões e meio durante o processo. O Uol é uma das frentes do Grupo Folha, empresa administrada pelos Frias há mais de quatro décadas. Conglomerado de mídia tem participação da família desde 1962, quando o patriarca Octavio Frias de Oliveira, em sociedade com Carlos Caldeira Filho, adquiriu a Folha. Luiz atua como presidente da organização desde 1992.

Luciano Hang – US$ 2,2 bilhões

O catarinense Luciano Hang, dono das Lojas Havan e apoiador fervoroso do presidente Jair Bolsonaro, é outra figura conhecida a entrar para o ranking. Sua fortuna está estimada em cerca de US$ 2,2 bilhões. Ele é filho de operários da indústria têxtil. Seus pais trabalharam na extinta Fábrica de Tecidos Carlos Renaux, onde ele mesmo atuou por sete anos, tendo sido admitido aos 17 anos. Mais um bom exemplo para quem não acredita no trabalho.

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Cândido Pinheiro Koren de Lima – US$ 2,3 bilhões

Candido Pinheiro Koren de Lima é o médico responsável por transformar uma clínica de saúde na Hapvida, a maior operadora de planos de saúde das regiões Nordeste e Norte e um dos maiores negócios de saúde do Brasil. No primeiro semestre de 2018, a Hapvida, de Candido Pinheiro Koren de Lima, estreou na B3. Na época, levantou R$ 3,5 bilhões na oferta inicial de ações, seu IPO Quando fez o IPO na B3, o valor de mercado da Hapvida era de R$ 19 bilhões – a empresa surgiu em 1979, em Fortaleza, no Ceará. Candido é autor de alguns livros, entre eles Albuquerque. A Herança de Jerônimo.

 

 

José Luís Cutrale – US$ 2,3 bilhões

José Luís Cutrale é dono e administrador da empresa processadora de suco concentrado de laranja Sucocitrico Cutrale Ltda., negócio responsável por controlar aproximadamente um terço do mercado mundial referente ao produto da fruta. E desde 2015 investe alto em novos setores, como por exemplo, uma parceria com Joseph Safra, do Banco Safra, em que investiu 1,3 bilhão de dólares na compra da marca americana Chiquita Brands. De acordo com o ranking de bilionários de 2018 da revista Forbes, José Luís Cutrale é a 1020ª pessoa mais rica do mundo e 20ª do Brasil.

Walter Faria – US$ 2,3 bilhões

Walter Faria é proprietário do Grupo Petrópolis, segunda empresa de cerveja mais valiosa do Brasil. Entre as marcas da bebida alcoólica que fazem parte do conglomerado de Walter, estão: Itaipava, Crystal, Lokal Bier, como cervejas mais populares, mas também fermenta a Black Pincess, Petra e Weltenburger Kloster, no cardápio de bebidas Premium, investimento mais recente da companhia.

 

Ana Lúcia de Mattos Barretto Villela – US$ 2,4 bilhões

E na corrida dos bilhões, Ana Lúcia de Mattos Barretto Villela está com Walter Faria na sua cola, por coisa pouca, cerca de 100 milhões de dólares. Ana Lucia Villela é uma das maiores acionistas da holding Itaúsa, empresa que detém posse majoritária sobre o controle, por exemplo, de gigantes como o Itaú-Unibanco e Duratex. Marcas fundadas pelo seu bisavô, Alfredo Egídio de Souza Aranha. Ana também é presidente do Instituto Alana.

Roberto Irineu Marinho – US$ 2,5 bilhões

Roberto Irineu Marinho é o filho mais velho de Roberto Marinho, fundador do Grupo Globo. Atualmente, ele, que é casado e pai de quatro filhos, é presidente-administrativo do conglomerado criado por seu pai em 1925. Roberto Irineu Marinho começou a trabalhar no Grupo Globo em 1965, como aprendiz de linotipista. Ao lado dos irmãos, é uma bela prova de que o trabalho enobrece mesmo, já que quando faleceu, em 2003, Roberto Marinho deixou uma fortuna de aproximadamente US$ 1,5 bilhão para os filhos e, segundo levantamento da Forbes em 2018, apenas Roberto Irineu Marinho tem hoje US$ 2,5 bilhões.

José Roberto Marinho – US$ 2,5 bilhões

Ao lado dos irmãos mais velhos, Roberto Irineu e João Roberto, está à frente do Grupo Globo. Além de fazer parte de uma das famílias mais ricas do Brasil, José Roberto Marinho tem trajetória profissional parecida com a dos irmãos. Começou a trabalhar na empresa da família, no jornal “O Globo”, no início da década de 1970. Formado em História pela PUC-RJ e em geografia pela UFRJ, José Roberto se destacou como repórter do tradicional jornal carioca.

João Roberto Marinho – US$ 2,5 bilhões

João Roberto Marinho começou a trabalhar na empresa familiar em 1973. À época, foi ser repórter na editoria Geral do jornal “O Globo”. Casado e pai de 3 filhos, preside, dentro do Grupo Globo, o Conselho Editorial e o Conselho Institucional,, sendo vice-presidente do Conselho de Administração. Em relatos disponíveis sobre João Roberto, ele é citado por pessoas que já trabalharam ao seu lado como um homem gentil e que sabe ouvir o que os outros têm a dizer. João Roberto Marinho também é um exímio cavaleiro. Tanto que, em 2010, foi campeão brasileiro na categoria por equipes.

Jayme Garfinkel – US$ 2,5 bilhões

Jayme Brasil Garfinkel é o presidente do conselho de administração da Porto Seguro Seguros, terceira maior empresa do ramo no Brasil. É o maior acionista da empresa, com 40% das ações. Formado em engenharia civil pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Usp), em 1970, e pós-graduado em administração de empresas pela Faculdade Getúlio Vargas, em 1975, Jayme Brasil Garfinkel é filho de Abrahão Garfinkel, fundador da Porto Seguro.

Alfredo Egydio de Arruda Villela Filho – US$ 2,6 bilhões

Avesso aos holofotes, Alfredo Egydio Arruda Villela Filho é bisneto de Alfredo Egydio de Souza Aranha, fundador do banco Itaú. Atualmente ele é diretor vice-presidente da Itaúsa, holding responsável por controlar o Itaú Unibanco, Duratex, Elekeiroz, Itautec e Alpargatas. É formado em engenharia mecânica pelo Instituto Mauá de Tecnologia e pós-graduado em administração pela Fundação Getúlio Vargas. Ele e a irmã, Ana Lúcia de Mattos Barretto Villela, foram criados pela tia, Milu Villela, após a morte do pai e da mãe num acidente de avião em 1982.

André Esteves – US$ 3 bilhões

André Esteves fez carreira no banco Pactual. Ingressou na instituição no final da década de 1980, como analista de sistemas, aos 21 anos, quando estava na faculdade. Poucos anos mais tarde, tornou-se sócio da empresa. Em 2006, o grupo suíço UBS comprou o Pactual, dando origem ao UBS Pactual – com Esteves à frente das operações. Após trajetória no Banco Pactual, André Esteves se juntou a um grupo de sócios e criou a BTG Investments – empresa com cultura similar ao do banco Pactual. André veio de uma família de classe média e foi criado somente pela mãe.

Walther Moreira Salles Júnior – US$ 3,1 bilhões

Cineasta premiado, Walther Salles é responsável por filmes como Central do Brasil – obra pela qual recebeu, entre outros, o Globo de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro, em 1999, mas sua fortuna vem do fato de ser um dos herdeiros de Walther Moreira Salles e acionista do Itaú Unibanco. Ao lado do irmão João Moreira Salles, Walther Salles, ou Waltinho, como é chamado por alguns, fundou a produtora Video Filmes, em 1987. Filho de Walther Moreira Salles e Elisinha Gonçalves.

Pedro Moreira Salles – US$ 3,1 bilhões

Ah! Como serão os almoços de domingo da família Moreira Salles? Filho de Walther Moreira Salles e Elisinha Gonçalves, Pedro Moreira Salles é o atual presidente do conselho administrativo do Itaú Unibanco e do conselho diretor da Federação Brasileira de Bancos. Nascido em Washington, nos Estados Unidos, tem 58 anos de idade. Pedro Moreira Salles é, ao lado do meio irmão Fernando Roberto Moreira Salles, o único da família que faz parte do corpo administrativo do Itaú Unibanco.

João Moreira Salles – US$ 3,1 bilhões

João Moreira Salles entrou para a indústria cinematográfica incentivado pelo irmão Waltinho Salles, diretor de cinema. Em 2006, criou a revista Piauí. Filho de Walther Moreira Salles, João Moreira Salles compõe, ao lado de seus três irmãos, uma das famílias mais ricas do Brasil. Juntos, os acionistas do Itaú Unibanco têm patrimônio estimado em mais de US$ 20 bilhões. Chegou a se formar em economia na PUC-RJ, mas encontrou-se no cinema. O longa Santiago, lançado em 2007 e dirigido por João Moreira Salles, foi incluído no livro 100 Melhores Filmes Brasileiros de Todos os Tempos, organizado pela Abraccine.

Fernando Roberto Moreira Salles – US$ 3,1 bilhões

A família Moreira Salles realmente está com tudo! Fernando Roberto Moreira Salles é um dos grandes acionistas do Itaú Unibanco e da Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM). Da família, apenas Pedro Moreira Salles e Fernando Roberto Moreira Salles atuam efetivamente na administração do Itaú Unibanco, como presidente e conselheiro, respectivamente. Formado pela Fundação Getúlio Vargas, Fernando Roberto Moreira Salles é casado, pai de dois filhos. Repare que a fortuna estimada dos irmãos é bem parecida. Ele é filho de Walther Moreira Salles com sua primeira mulher, Helène Matarazzo.

Abílio Diniz – US$ 3,1 bilhões

Abílio Diniz é presidente do Conselho de Administração da Península Participações e membro dos Conselhos de Administração do Carrefour Global e do Carrefour Brasil. Além disso, é professor da FGV, onde ministra aulas no curso “Liderança 360°”. É o primeiro dos seis filhos do casal Valentim e Floripes Diniz. Imigrante português, o senhor Valentim chegou ao Brasil em 1929 e se maravilhou com a beleza do Pão de Açúcar ao passar pelas águas do Rio de Janeiro. Duas semanas após chegar ao Brasil, Valentim foi contratado como entregador e caixeiro do mercado Real Barateiro, onde conheceu Floripes Pires.

José João Abdalla Filho – US$ 3,4 bilhões

E aí? Já perdeu as contas? José João Abdalla Filho é acionista de empresas estatais como Petrobras, Cemig, Engie e Eletrobrás, com  percentuais variando de 1% a 12%, em algumas com capital votante. Ações que José adquiriu seguindo conceitos semelhantes ao do investidor Warren Buffet. Seu principal negócio, o Banco Clássico, fundado no final da década de 90, possui algumas peculiaridades, como por exemplo o fato de seu único correntista ser o próprio dono e de possuir apenas uma agência e cerca de dez funcionários.

 

Carlos Alberto Sicupira – US$ 8,9 bilhões

Carlos Alberto Sicupira é um empresário carioca que, ao lado de Marcel Herrmann Telles e João Paulo Lemann, controla a gigante 3G Capital. Aos 70 anos de idade, Carlos Alberto Sicupira é formado em administração de empresas pela UFRJ e é tido como um homem que gosta de apostar em talentos jovens para os negócios. A carreira ao lado de João Paulo Lemann teve início em 1973, quando foi convidado por Lemann para fazer parte do time da corretora Garantia. Ao lado de Marcel Telles, os três uniram força e expertise e transformaram a corretora em um banco de investimentos.

Eduardo Saverin – US$ 9,7 bilhões

Eduardo Saverin era colega de classe de Mark Zuckerberg na universidade de Stanford quando ambos começaram a desenhar o Facebook. Foi de Saverin o capital inicial para a startup, da qual foi diretor financeiro e frente de negócios. Embora ele ainda tenha uma parte pequena do Facebook, não é possível saber qual sua porcentagem no negócio. Eduardo Saverin também é sócio da B Capital Group, empresa fruto da parceria entre ele e o empresário Raj Ganguly. As atividades da B Capital são baseadas no investimento de startups – em especial de séries B e C -, que buscam se consolidar de forma global. Investimentos que junto à sua porcentagem no Facebok coloca um dos fundadores do facebook como dono de uma fortuna considerável. Antes dos 40 anos.

Marcel Herrmann Telles – US$ 9,9 bilhões

Marcel Herrmann Telles, ao lado de João Paulo Lemann e Carlos Alberto Sicupira, é um dos sócios-fundadores do grupo 3G Capital. O fundo de private equality é responsável por controlar marcas como o Burguer King, cervejarias pelo mundo e as lojas Americanas. Telles formou-se em economia pela UFRJ e começou a carreira no mercado financeiro na década de 1970. Na época, ainda estava na graduação e a incursão foi quase sem querer, como relatou em entrevista.

Jorge Paulo Lemann – US$ 22,8 bilhões

Jorge Paulo Lemann é o dono da maior cervejaria do mundo, Ab InBev, e sócio do 3G Capital, que é controlador de redes como Burger King, Tim Hortons e Kraft-Heinz. E, em conjunto com seus sócios de longa data, Marcel Telles e Beto Sicupira, é conhecido por balançar o mercado internacional com ações firmes e de sucesso. Não à toa ganhou o respeito do homem que seja provavelmente o maior investidor da história, Warren Buffett.

Joseph Safra – US$ 25,2 bilhões

Joseph Safra é um banqueiro libanês naturalizado brasileiro, empresário e um dos proprietários do Banco Safra, que chegou ao Brasil na década de 1960, quando sua família já estava inserida no mercado financeiro nacional. Além da instituição financeira brasileira (oitava maior do país em ativos entre os similares privados e públicos), Joseph Safra também é dono do banco J. Safra Sarasin, na Suíça, possui operações no Safra National Bank (Nova York) e propriedades imobiliárias nos Estados Unidos.

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"O chic do rio" é uma publicação da Mago Ideias de Comunicação ltda. Veja aqui o expediente.

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