LUGAR

Nacional

Hotel reabre após obras que custaram quase meio bilhão de reais

Foto: divulgação

Houve um tempo em que o society carioca se encontrava, volta e meia, no Hotel Nacional, nos grandes shows que ali se realizavam. E a cena era "punk": todo mundo, muitas vezes, na beca do Black-tie, as mulheres numa paetesada só, e foi assim que já vi saindo dali as mitológicas Beki Klabin e Elisinha Gonçalves, ambas tendo estado na primeira fila, no gargarejo, do Charles Aznavour.

Mas isso são águas corridas e, depois de décadas fechado, mergulhado na decadência total, o Nacional reviveu, com uma "retrofitada" digna de figurar nas revistas de decoração, mas com o cuidado requerido pelo Iphan, que já carimbou o lugar.

Inaugurado nos anos 70, projeto de Oscar Niemeyer e Roberto Burle Marx, o pedaço reabre agora com a mesma aura de requinte de outrora, sob a bandeira Meliá. Mas a boate antológica no subterrâneo deu lugar um adega gigantesca. E o teatro dos shows do passado também não existe mais, virou um centro de convenções.

A obra custou quase meio bilhão de reais.

Bora agendar um almocinho por lá, porque o restaurante abrirá para não hóspedes. (MG)

Satyricon

Gente bonita

e ótimos sabores

Peixes, crustáceos, moluscos, frutos do mar e carnes especiais, todos fresquíssimos, são selecionados criteriosamente pelos proprietários, o casal Marly e Miro Leopardi. O preparo é feito com produtos únicos e excelentes, de forma simples e cuidadosa, usando técnicas que preservam o verdadeiro sabor dos ingredientes. Os clientes que preferem uma dieta vegetariana ou optam por carnes contam com deliciosas massas, risotos e filés suculentos.

O ambiente charmoso, elegante e moderno é organizado de forma a garantir conforto e bem estar ao público. Conta com uma adega climatizada com mais de 500 rótulos selecionados para harmonizar com os pratos disponíveis.

O Satyricon tem dois endereços no Rio. Em Ipanema, com 134 lugares divididos em bar, salão principal e jardim interno, todos refrigerados. Em Búzios, 80 lugares partilhados em varanda deck e salão climatizado, todos com vista deslumbrante para o mar.

A variedade dos peixes, a textura dos crustáceos, a origem dos produtos e a vitalidade dos sabores mediterrâneos, adaptados ao clima tropical, são frutos do trabalho rigoroso e obstinado dos donos,  Marly e Miro Leopardi e de Sandra Tolpiakow, filha de Marly. Eles estão sempre vigilantes, garantindo a excelência do serviço e a qualidade do que é servido.

Eles perseguem o que existe de melhor para sua fiel clientela. King Crabs, do Alaska e da Patagônia; Salmão, da Noruega; cordeiros, do Uruguai; massas, da Itália; mangas de Pernambuco; vinhos de todo mundo. Frutos do mar e outros produtos especiais podem vir dos sete mares  (Atlântico Sul, Atlântico Norte, Pacifico Sul, Pacifico Norte, Indico, Antártico e Ártico). Mas preferem trabalhar com produtos locais e, para isso, recrutaram os melhores pescadores da costa do Rio de Janeiro. Os barcos navegam nas águas do litoral e trazem os scampis, peixes, lagostas, cavacas e ostras, que chegam vivos ao restaurante. Logo na entrada, o balcão expõe o que o mar, diariamente, oferece de melhor.

Satyricon Ipanema

Rua Barão da Torre, 192

Tel. 21-2521-0627

Satyricon Búzios

Rua das Pedras, 500.

Tel. 22-2623-2691

"O chic do rio" é uma publicação da Mago Ideias de Comunicação ltda. Veja aqui o expediente.

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